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quarta-feira, 20 de abril de 2011

Nova área do Blog


   Estamos começando uma nova área aqui no Blog Senhora do Rosário. Uma área voltada para a conscientização coletiva e melhor instrução da população. Logo abaixo das notícias você verá a imagem acima     seguida de outras imagens. Estas imagens secundárias são links que lhe levarão para a campanha relacionada e além do texto base será disponibilizado sites, vídeos e outros materiais para que você também possa divulgar na sua família, bairro, trabalho, escola, amigos e etc. Junte-se a uma grande corrente solidária e seja  propagador das campanhas desenvolvidas para uma maior, e melhor conscientização social.

quarta-feira, 30 de março de 2011

Um dos achados arqueológicos mais significativos da história cristã


Diretor do Departamento de Antiguidades da Jordânia, Ziad Al-Saad

   O governo da Jordânia tenta repatriar livros feitos de chumbo que, segundo suspeitas de especialistas, parecem ser os mais antigos da história cristã, tendo sobrevivido a quase 2.000 anos em uma caverna do país do Oriente Médio.
As relíquias, que estão atualmente em Israel, poderiam trazer à luz novos dados para nosso entendimento sobre o nascimento do cristianismo e sobre a crucificação e a ressurreição de Jesus Cristo.
O conjunto de cerca de 70 livros –cada um com entre 5 e 15 “folhas” de chumbo presas por aros de chumbo– foi aparentemente descoberto em um vale remoto e árido no norte da Jordânia, entre 2005 e 2007.
Uma enchente expôs dois nichos dentro da caverna, um deles marcado com um menorá, candelabro que é símbolo do judaísmo.
Um beduíno jordaniano abriu os nichos e o que encontrou ali dentro parece ser uma extremamente rara relíquia dos primórdios do cristianismo.
Essa é a visão do governo da Jordânia, que alega que os livros foram contrabandeados para Israel por outro beduíno.
O beduíno israelense que atualmente guarda os livros nega tê-los contrabandeado e alega que as antiguidades são peças que sua família possui há cem anos.
O governo jordaniano disse que fará “todos os esforços, em todos os níveis” para repatriar as relíquias.

VALOR HISTÓRICO


  O diretor do Departamento de Antiguidades da Jordânia, Ziad Al-Saad diz que os livros parecem ter sido feitos por seguidores de Jesus nas décadas seguintes a sua crucificação.
“Talvez eles sejam mais significativos que os pergaminhos do mar Morto (relíquias descobertas nos anos 1940 que contêm textos bíblicos)”, disse Saad.
“Talvez eles precisem de mais interpretação e conferência de autenticidade, mas a informação inicial é muito animadora. Parece que estamos diante de uma descoberta importante e significativa, talvez a mais importante da história da arqueologia.”
Ante alegações tão fortes, quais são as provas?
As “folhas” dos livros –a maioria delas do tamanho de um cartão de crédito– contêm textos escritos em hebraico antigo, a maior parte em código. Se as relíquias forem de fato de origens cristãs, em vez de judaicas, são de grande significado.
Um dos poucos a ter visto a coleção é David Elkington, acadêmico que estuda arqueologia religiosa e líder de uma equipe britânica empenhada em levar os livros a um museu na Jordânia.
Elkington alega que os livros podem ser “a maior descoberta da história cristã”.
“É de tirar o fôlego a ideia que tenhamos contato com objetos que podem ter sido portados pelos primeiros santos da Igreja.”
O acadêmico diz que as relíquias contêm sinais que seriam interpretados, pelos cristãos da época, como imagens de Jesus e de Deus e da “chegada do messias”.
Na “capa” de um dos livros “vemos o menorá de sete ramificações, o que os judeus eram proibidos de representar porque ele residia no local mais sagrado do templo, na presença de Deus”, explica Elkington. “Assim, temos a vinda do messias para obter a legitimidade de Deus.”

IMAGENS

  Philip Davies, professor emérito de estudos do Velho Testamento da Universidade de Sheffield, afirma que a prova mais contundente da origem cristã das relíquias está em um mapa feito da cidade sagrada de Jerusalém.
“Há uma cruz em primeiro plano e, atrás dela, está o que seria a tumba (de Jesus), um pequeno edifício com uma abertura e as muralhas da cidade. Outras muralhas representadas em outras páginas dos livros quase certamente se referem a Jerusalém”, diz Davies, que afirma ter ficado “estupefato” com as imagens, “claramente cristãs”.
A cruz é o que mais chama a atenção dos especialistas, feita no formato de um T maiúsculo, como eram as cruzes que os romanos usavam para crucificações.
“É uma crucificação ocorrida fora dos muros da cidade”, diz Davies.
Margaret Barker, especialista em história do Novo Testamento, ressalta que o local onde se acredita que as relíquias tenham sido encontradas denota sua origem cristã –e não puramente judaica.
“Sabemos que, em duas ocasiões, grupos de refugiados dos distúrbios em Jerusalém rumaram a leste, atravessaram a Jordânia perto de Jericó e foram para perto de onde esses livros parecem ter sido achados.”
Ela acrescenta que outra prova da “proveniência cristã” é que as relíquias são em formato de livros, e não de pergaminhos. “Os cristãos eram particularmente associados com a escrita na forma de livros e guardavam os livros como parte da secreta tradição do início do cristianismo.”
O Livro das Revelações se refere a esses textos guardados.
Outro possível elo com a Bíblia está contido em um dos poucos fragmentos de texto que foram traduzidos das relíquias. O fragmento, acompanhado da imagem do menorá, diz: “Devo andar honradamente”, frase que também aparece no Livro das Revelações.
Ainda que a frase possa simplesmente significar um sentimento comum no judaísmo, pode também se referir à ressurreição.
TESTES
  Não está esclarecido se todos os artefatos descobertos são parte do mesmo período, mas testes feitos no chumbo corroído dos livros indica que eles não foram feitos recentemente.
A arqueologia dos primórdios do cristianismo é especialmente esparsa ainda. Pouco se sabe dos desdobramentos após a crucificação de Jesus até as cartas escritas por Paulo, décadas mais tarde.
A história contida nas relíquias parecem ser, assim, a descoberta de maior escala até agora dessa época do cristianismo, em sua terra de origem e em seus primórdios.
___________________
Fonte: BBC Brasil

sexta-feira, 18 de março de 2011

Decretada a permanência dos Crucifixos nos lugares públicos da Itália

   O mais alto Tribunal Administrativo da Itália decidiu que os crucifixos permanecerão nas escolas do país porque são "um símbolo idôneo para expressar o elevado fundamento dos valores civis", precisamente "os valores que delineiam a laicidade no ordenamento do Estado". Deste modo, o Conselho de Estado respondeu a um recurso interposto por uma cidadã finlandesa que tinha reclamado que se retirasse os crucifixos das salas-de-aula do colégio de Pádua, freqüentado por seus filhos. 

   O veredito final, que não é passível de recurso, encerra o chamado “caso Lautsi”, tendo o TEDH decidido por maioria, com 15 votos contra 2, que não estava em causa qualquer violação da Convenção Europeia dos Direitos do Homem de 1950.

   O crucifixo é um "símbolo idôneo para expressar o elevado fundamento dos valores civis (tolerância, respeito recíproco, valorização das pessoas, afirmação de seus direitos), que têm uma origem religiosa, mas que são valores que definem a laicidade do Estado", assinala o Conselho confirmando a sentença do Tribunal Administrativo Regional de Vêneto.

   Segundo o Conselho, "o crucifixo desempenhará, inclusive em um panorama laico, uma função simbólica altamente educativa, à margem da religião professada pelos alunos" e contribui com valores que "impregnaram as tradições, modo de viver e a cultura do povo italiano e que se encontram na Constituição", sentencia o Conselho de Estado.
Ao ditar essa setença, o Conselho indica que o laicismo "não se realiza em termos constantes e uniformes nos diferentes países, mas sim é relativo à organização institucional específica de cada Estado".

   Em sua sentença os membros do Conselho dizem que é "evidente" que o crucifixo pode ter diversos significados segundo o lugar em que esteja exposto, e reconhece que em um lugar como o colégio, "destinado à educação dos jovens, o crucifixo pode ter para os que crêem um valor religioso".
Entretanto, continua o documento, "tanto para crentes como para os não crentes sua exposição estará justificada e assumirá um significado não discriminatório do ponto de vista religioso se for capaz de representar de forma sintética e imediatamente perceptível valores civilmente relevantes". Trata-se dos valores que "subjazem e inspiram nossa ordem constitucional, fundamento de nossa convivência civil", acrescentam os juízes.



   Na primeira sentença, emitida em 3 de Novembro de 2009, os sete juízes entenderam que a presença dos crucifixos nas escolas constituía “uma violação ao direito dos pais em educar os filhos segundo as próprias convicções” e uma “violação à liberdade religiosa dos alunos”.


   A vitória de hoje não é só da Itália, mas também de todos os 47 países que fazem parte da União Européia. 


   Em meio à polêmica sobre a permanência dos crucifixos, o Papa Bento XVI pediu em agosto passado que este símbolo cristão não fosse retirado dos lugares públicos porque "é importante que Deus esteja presente na vida pública com o sinal da cruz, nas casas e nos edifícios públicos".

sábado, 4 de dezembro de 2010

Dia mundial do combate a AIDS


Nesta Quarta-feira dia 01 de Dezembro foi o dia mundial do combate a AIDS.
Mas você sabe o que é a AIDS? Sabe qual a atuação da Igreja nessa luta?
Então preste atenção nesse texto introdutório sobre a doença e em seguida a uma notícia sobre a Igreja na luta contra a AIDS, retirada do site catolicanet.

     A AIDS é uma sigla para Acquired Immune Deficiency Syndrome (Síndrome de Imunodeficiência Adquirida), ela é uma DST, ou seja, uma doença sexualmente transmissível que se alastrou pelo mundo, principalmente na década de 80. Ela se manifesta após a infecção do organismo humano pelo vírus da imunodeficiência Humana, mais conhecido como HIV, esta sigla também é proveniente do inglês - Human Immunodeficiency Virus. São siglas e palavras um pouco complicadas, mas vamos detalhar para você:

  • Síndrome
Grupo de sinais e sintomas que, quando detectados em grupo numa pessoas, caracterizam uma doença.
  •  Imunodeficiência
Inabilidade do sistema de defesa do organismo humano para se proteger contra microorganismos invasores, como: vírus, bactérias, protozoários etc.
  • Adquirida
Não é causada espontaneamente, mas por um fator externo, no caso a infecção pelo Vírus HIV.

 O HIV destrói as células responsáveis pela defesa do nosso organismo, tornando a pessoa infectada vulnerável a outras doenças oportunistas, que são chamadas assim por surgirem em momentos que o sistema imunológico do indivíduo está enfraquecido.


     Do total de pessoas infectadas no mundo com o HIV/AIDS, aproximadamente 25% é atendida por alguma instituição da Igreja Católica, o que a converte na instituição mais importante em nível mundial neste tema. Esta porcentagem aumenta no caso da África, onde a Igreja cuida de quase 50% dos afetados por este flagelo.
     Em entrevista concedida à plataforma multimídia da organização "Ajuda à Igreja que sofre", o padre Michael Czerny, fundador da Rede Jesuíta para luta contra a AIDS na África, destaca que em alguns lugares afastados das grandes cidades, a quantidade de pessoas que sofrem esta enfermidade e que são atendidas pela igreja chega incluisive a 100%. "Com frequência os únicos serviços para lutar com a AIDS em áreas remotas são as clínicas da Igreja", acrescenta o sacerdote jesuita.
    O religioso ressalta em seguida que "a Igreja no mundo é a entidade que mais cuida de doentes de HIV, dos que padecem com a AIDS e cuida além do mais dos que são afetados por este flagelo, ou seja, as viúvas, os orfãos e demais pessoas que tem que lutar com este problema".
     "Dado que o HIV e a AIDS não são somente uma infecção ou doença, mas também um problema pessoal, familiar, social e espiritual, o que a igreja pode fazer e o que efetivamente faz, é acolher as pessoas de maneira integral, considerando sua dimensão psicológica e espiritual, e não só no nível médico", explica o sacerdote.